Sobre a Esperança

Participei num podcast este fim de semana. Será publicado em breve. 

Um dos temas, depois de falarmos sobre a tremenda situação em que nos encontramos, em termos da Humanidade e nosso futuro, muito para além das preocupações com as tricas nacionais, foi o da Esperança. Como ter Esperança num mundo que parece colapsar à nossa volta? 

Não há uma varinha mágica, uma solução única que possa resolver tudo. Não acredito num milagre, que venha colocar o percurso nos “carris” certos, para um futuro mais positivo do que aquele em que nos querem colocar, ou, para onde, o mundo ocidental está claramente a caminhar. 

Assim sendo, não havendo “esperança” numa externalidade miraculosa, não há mais que fazer, do que esperar pelo desenvolvimento da situação. 

A tarefa em que meteram mão, os globalistas e gestores do sistema, é gigantesca. De imensa complexidade e múltiplos pontos de possível falha. 

Ou seja, apesar de não podermos esperar vir a ter força para modificar a situação global, podemos ter esperança nalguma falha catastrófica da estrutura de execução do plano. 

Qual é esse plano? O primeiro nível, que nunca afirmam abertamente, é o da implementação de uma tirania tecnocrática absoluta, e a cristalização no poder da oligarquia ocidental. 

Publicamente, o Plano chamava-se Agenda 2050, agora antecipada para Agenda 2030, “Green Revolution”, Carbono Zero, ou algum dos vários nomes com que tentam disfarçar. Leiam os sites oficiais.

O que podemos fazer para esperar o desenvolvimento da maneira mais positiva?

1. Mantermo-nos em boa forma física;

2. Exercitar, claro, mas ter cuidado com a alimentação, com noção clara e realista, de que há venenos colocados nos produtos alimentares, principalmente os pré-confeccionados, nas farinhas de trigo em circulação geral, por exemplo. Um nutricionista acordado poderá ajudar;

3. Não beber em excesso. Manter a mente clara, lúcida e tranquila. 

4. Não usar químicos, drogas, ou deixar-se injectar e aos nossos Filhos;

5. Trabalhar, e sobretudo aproveitar os momentos de “folga” para estudar, ler, ouvir podcasts importantes sobre o mundo. Isto é crítico. O mundo geral caminha para a estupidez irremissível;

6. Estarmos alertas, conscientes e desenvolvermos aprendizagem e conhecimento sobre o mundo, autonomamente. Isto poderá  representar uma vantagem substancial;

7. Socializar com gente que nos faça bem ao Espírito;

8. Participar socialmente, e partilhar a visão realista do mundo, junto dos nossos amigos ainda a dormir, mas com alguma curiosidade, e que ainda nos ouçam. Sem medo de podermos ser excluídos. Hoje já se levantam muitos sobrolhos sobre o que se passa no mundo. Além disso, mesmo quando nos sentirmos sozinhos, há sempre quem nos entenda, e a internet dá-nos acesso a gente que pensa como nós, ou que sabe o que está a acontecer;

9. Ignorar os nossos “amigos” que crêem na bondade do sistema de controlo ocidental, ou totalitarista geral, e deixá-los crer no que quiserem, sem medo de, de vez em quando, lhes deixarmos uma agulhada humorística, ou irónica, sobre os seus estados de sonolência. Na maior parte dos casos: escolhem continuar a dormir, porque são pagos para isso, ou porque são simplesmente preguiçosos, ou cobardes;

10. Ter noção de que muito do que pode acontecer se determinará nos EUA durante os próximos anos. Sem terem o controlo total dos EUA, os globalistas não conseguem ter o controlo total sobre a Europa, pois somos vazos comunicantes. O que se passa nos EUA, afecta-nos e vice-versa. A população americana está muito mais acordada do que a europeia. E melhor defendida. Estejam atentos a tentativas de controlo que afectem a Segunda Emenda; 

11. Olhar sempre para todas as notícias dos meios de comunicação social, não pelo valor facial, mas sim na perspectiva do que significam, e do que poderá estar por detrás da intenção da  sua publicação. Nada é publicado sem uma intenção de programação preditiva por detrás;

12. Acompanhem de perto do que se passa nos EUA e Reino Unido. É mais importante do que o que acontece na Europa. Não percam tempo com as notícias e discussões nacionais.

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